Charge(s): o Brasil e os EUA
Não se trata, na verdade, de uma comparação entre Brasil e Estados Unidos. É mais uma análise das conjunturas locais... ou dos desejos... ou dos [reais] impactos d'algumas ações...
Não se trata, na verdade, de uma comparação entre Brasil e Estados Unidos. É mais uma análise das conjunturas locais... ou dos desejos... ou dos [reais] impactos d'algumas ações...
novembro 28, 2011
porRômulo Cristaldo
Uma nova mulher surgiu no seio de nossa sociedade e têm impactado de maneira inegável sobretudo o mundo organizacional. Nas empresas, repartições públicas e ONGs elas estão galgando posições de destaque, do mesmo modo que têm se apropriado de funções que a sociedade tradicionalmente considera “masculinas”. No entanto, apesar dos avanços no que diz respeito ao equilíbrio de oportunidades para homens e mulheres, ainda existem barreiras a serem transpostas. Necessário se faz não somente o aumento do número de seres humanos do gênero feminino nas organizações e posições de destaque, mas principalmente que estas organizações, estes grupos sociais, se permitam diluir o modus operandi masculino na feminilidade.
outubro 25, 2010
porJuliana Bastos
Pra comentar sobre o filme, peço, caso você não tenham visto, que vai ter spoilers dele. Melhor, vão assistir o filme e depois voltem aqui. Porque o filme é bom, e vale a pena. Pra quem diz que cinema nacional só tem violência e sexo esse é diferente. Só tem violência. E como muitos filmes brasileiros que deixam de ser assistidos exatamente por serem nacionais (porque, olha só, cinema de crítica é o cinema europeu... NOT). Tropa de Elite 2 continua na esteira do primeiro, mas vai além na discussão das bases da corrupção e violência. Isso foi que eu achei o melhor.
novembro 30, 2011
porRômulo Cristaldo
Novamente junto pedaços de minha alma, do que tenho pensado, para deixar aqui. Não espero nada além de registrar momentos não necessariamente originais, mas especificamente da minha vida. Egolatria? Talvez... Mas, eu prefiro colocar pra fora o que me aflige do que guardar em rancor.
novembro 29, 2011
porRômulo Cristaldo
Esta é uma daquelas imagens que substituem as palavras.
outubro 24, 2011
porRômulo Cristaldo
Este "Blog de Jadson" cujo título, Evidentemente, aponta uma contradição ao tratar daquilo que é estrutural, e portanto nem tanto evidente assim, merece um destaque pelo fato de que avança sobre o mundo material: o editor publica na Bahia um folheto com o mesmo nome que também merce ser lido com atenção.
junho 29, 2011
porRômulo Cristaldo
Que vos apresentar uma lista daquilo que, dia-a-dia, vem surgido a partir da reflexão sobre a minha vida. Não tenho a pretensão de que estas frases sejam reconhecidas como pedaços de sabedoria - se houvesse tal coisa, não seria necessário refletir, pois tudo estaria pronto. Caso estejam curiosos, leiam como pedaços de minha ignorância.
maio 24, 2011
porRômulo Cristaldo
Estou sendo mau, é um bom trabalho o desta Banda Mais Bonita da Cidade. Suas canções, na minha opinião, representam uma renovação da música brasileira, a qual vinha definhando nas vozes de infantes superficiais e remakes pretensamente datados para garantir seu público. Surfando na noção geral de otimismo que parece tomar conta do país, suas canções são simples e fazem eco à uma existência deprovida de fome, pobreza, trabalho árduo, violência ou medo. A realidade da banda é esta que existe entre o Facebook, o JN e a Veja - este lugar nenhum construído apenas pela possibilidade de isolar condomínios de luxo com muros altos e densas cercas vivas, os quais impendem que os "de fora" sequer vejam o que é a verdadeira civilização. Enfim, boa banda. Péssimo mundo.
maio 13, 2011
porJuliana Bastos
O mundo é escritocêntrico. É um fato não decidido por mim, mas por vários pesquisadores. Coloca lá no Google é vê os resultados! Disso resulta o que? Simplesmente que para você ser ouvido e aceito numa determinada esfera você terá que colocar suas idéias na forma escrita. Não é suficiente apenas falar, escreva.
fevereiro 16, 2011
porJuliana Bastos
Pensando um pouco sobre os mitos que cercam essa organização, fiquei surpresa em descobrir que algumas coisas que lemos e ouvimos falar sobre o movimento passam bem longe da verdade. Eu já sabia que a grande mídia não era grande coisa pra nos dar informações sobre movimentos contestatórios da organização social tal como a conhecemos, mas, surpresa, percebi que até os jornais, revistas e sites que eu considerava bons dão informações muito erradas. Então, tem que ir ver o que é verdade ou não, o que acontece na realidade e o que é alterado ou construído propositalmente de forma a criminalizar o movimento. Não quero dizer que ele só tem coisas boas, ou que o que se fala a teoria acontece na prática. Nada disso. Mas eles têm um projeto sério de mudança na questão agrária.
fevereiro 1, 2011
porJuliana Bastos
Então, todo esse tempo sem aparecer teve um motivo sério e muito legal. Passei 18 dias num estágio de vivência em áreas de reforma agrária. Apertando a tecla SAP, quer dizer que passei esses dias todos em contato com a organização do movimento sem-terra. Nós, mais de cem estudantes de todo Brasil, discutimos reforma agrária, capitalismo, gênero e a própria organização do movimento e passamos dez desses dezoito dias morando num assentamento, sendo adotados por famílias assentadas. Dessa experiência só posso dizer eu foi maravilhosa e que creio que todos que desejam um mundo diferente deste no qual vivemos deveriam passar por ela.
dezembro 2, 2011
porRômulo Cristaldo
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